Igreja sede: Rua Osvaldo Cruz, 330 - Bairro Forquilhinhas - São José - SC
Congregação Prainha : Morro do governo, 436 - Bairro Prainha - Florianópolis - SC
Contatos / informações : ibforquilhinhas@hotmail.com

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo VII: Da Aliança de Deus

1. A distância entre Deus e a criatura é tão grande, que, embora as criaturas racionais lhe devam obediência como seu Criador, nunca poderiam ter alcançado a recompensa da vida, senão por alguma condescendência voluntária da parte de Deus, que Ele Se agrada em expressar por meio de aliança1.

1 Lucas 17:10; Jó 35:7,8

2. Ademais, tendo o homem trazido a si mesmo sob a maldição da lei, por sua queda, aprouve ao Senhor fazer um pacto da graça2, no qual Ele oferece livremente aos pecadores a vida e a salvação por meio de Jesus Cristo, exigindo deles a fé nEle, para que eles sejam salvos3; e prometendo dar a todos os que são ordenados para a vida eterna, o Seu Espírito Santo, para torná-los dispostos e capazes de crer4.

2 Gênesis 2:17; Gálatas 3:10; Romanos 3:20,21
3 Romanos 8:3; Marcos 16:15,16; João 3:16;
4 Ezequiel 36:26,27; João 6:44,45; Salmos110:3

3. Esta aliança é revelada no evangelho; primeiramente a Adão na promessa de salvação pela semente da mulher5, e depois por passos adicionais, até a desvelamento plena da mesma consumada no Novo Testamento6; e é fundada naquela transação da eterna aliança que havia entre o Pai e o Filho para a redenção dos eleitos7; e é somente pela graça desta aliança que todos da caída posteridade de Adão que já foram salvos obtiveram a vida e a bem-aventurada imortalidade, o homem sendo agora totalmente incapaz de aceitação por Deus naqueles termos em que Adão permanecia em seu estado de inocência8.

5 Gênesis 3:15
6 Hebreus 1:1
7 2 Timóteo 1:9; Tito 1:2
8 Hebreus 11;6,13; Romanos 4:1,2, e etc.; Atos 4:12; João 8:56

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo VI: Da Queda do Homem, do Pecado, e do seu Castigo

1. Embora Deus tenha criado o homem justo e perfeito, e lhe deu uma lei justa, que tinha sido para a vida se tivesse a guardado, ou para morte, se a desobedecesse1. Mesmo assim o homem não manteve por muito tempo a sua honra. Satanás valeu-se da astúcia da serpente para seduzir Eva, em seguida, esta seduziu a Adão, que, sem qualquer compulsão, deliberadamente transgrediram a lei de sua criação, e a ordem, dada e eles, de não comer o fruto proibido2, do que foi Deus servido permitir este pecado deles, de acordo com seu conselho sábio e santo, a fim de permitir este pecado deles, havendo determinado ordená-lo para a sua própria glória.

1 Gênesis 2:16,17
2 Gênesis 3:12,13; 2 Coríntios 11:3

2. Nossos primeiros pais, por seus pecados, decaíram de sua retidão original e da comunhão com Deus, e nós neles, e por isso a morte veio sobre todos3: todos se tornaram mortos no pecado4 e inteiramente corrompidos em todas as faculdades e partes da alma e do corpo5.

3 Romanos 3:23
4 Romanos 5:12, etc.
5 Tito 1:15; Gênesis 6:5; Jeremias 17:9; Romanos 3:10-19

3. Sendo eles os ancestrais e, pelo desígnio de Deus, os representantes de toda humanidade, a culpa do pecado foi imputada a toda a sua posteridade, e a corrupção natural passou a todos os seus descendentes que deles procede por geração ordinária6. Sendo estes agora concebidos em pecado7, e por natureza filhos da ira8, escravos do pecado, sujeitos à morte9 e a todas as outras misérias, espirituais, temporais e eternas, a menos que o Senhor Jesus os liberte10.

6 Romanos 5:12-19; 1 Coríntios 15:21,22,45,49
7 Salmos51:5; Jó 14:4
8 Efésios 2:3
9 Romanos 6:20, 5:12
10 Hebreus 2:14,15; 1 Tessalonicenses 1:10

4. Desta corrupção original pela qual ficamos totalmente indispostos, adversos a todo o bem e inteiramente inclinados a todo o mal11, é que procedem todas as transgressões atuais12.

11 Romanos 8:7; Colossenses 1:21
12 Tiago 1:14,15; Mateus 15:19

5. A corrupção da natureza, durante esta vida, persiste naqueles que são regenerados13; e, embora, ela seja, através de Cristo, perdoada e mortificada, todavia tanto ela mesma como seus primeiros impulsos, são verdadeira e propriamente pecado14.

13 Romanos 7:18,23; Eclesiastes 7:20; 1 João 1:8
14 Romanos 7:23-25; Gálatas 5:17

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo V: Da Divina Providência

1. Deus, o grande Criador de todas as coisas, em Seu infinito poder e sabedoria, dirige, dispõe e governa todas as criaturas1, e coisas, desde a maior até a menor2, por Sua mui sábia e santa providência, para o fim pelo qual foram criadas, segundo a Sua infalível presciência, e o livre e imutável conselho de Sua própria vontade, para o louvor da glória de Sua sabedoria, poder, justiça, infinita bondade e misericórdia3.

1 Hebreus 1:3; Jó 38:11; Isaías 46:10,11; Salmos135:6
2 Mateus 10:29-31
3 Efésios 1;11

2. Embora em relação à presciência e ao decreto de Deus, a causa primeira, todas as coisas acontecem imutável e infalivelmente4, de forma que nada acontece de algum modo por mudança, ou sem a Sua providência5; contudo, pela mesma providência, Ele ordena que elas aconteçam de acordo com a natureza das causas secundárias, seja necessária, livre ou contingentemente6.

4 Atos 2:23
5 Provérbios 16:33
6 Gênesis 8:22

3. Deus, em Sua providência ordinária, faz o uso de meios7, ainda assim, é livre para operar sem8, acima9 e contra eles10, como Lhe agrade.

7 Atos 27:31, 44; Isaías 55:10, 11
8 Oséias 1:7
9 Romanos 4:19-21
10 Daniel 3:27

4. A onipotência, a sabedoria inescrutável e a infinita bondade de Deus, tanto manifestam-se em Sua providência, na qual Seu conselho determinado se estende mesmo até a primeira Queda, e todos as outras ações pecaminosas tanto de anjos e homens11; e não por meio de mera permissão, os quais Ele também, mui sábia e poderosamente delimita, e de forma variada ordena e governa12 em uma multiforme dispensação, para os Seus próprios santos fins13; ainda assim, de forma que a pecaminosidade de seus atos procede da criatura, e não de Deus; que sendo santíssimo e justíssimo, não é, nem pode ser o autor ou aprovador do pecado14.

11 Romanos 11:32-34; 2 Samuel 24:1; 1 Crônicas 21:1
12 2 Reis 19:28; Salmos76:10
13 Gênesis 1:20; Isaías 10:6,7,12
14 Salmos 1;21; 1 João 2:16

5. O Deus mui sábio, justo e gracioso, frequentemente deixa, por algum tempo, Seus próprios filhos em múltiplas tentações e corrupção dos seus próprios corações, para castigá-los pelos seus pecados anteriores ou fazer-lhes conhecer o poder oculto da corrupção e engano de seus corações, para que eles sejam humilhados; e elevá-los a uma dependência mais íntima e constante por Seu próprio apoio, e para torná-los mais vigilantes contra todas as futuras ocasiões de pecado, e para outros santos e justos fins15. De forma que seja o que for que ocorra com todos os Seus eleitos é por Sua designação, para a Sua glória e para o bem deles16.

15 2 Crônicas 32:25,26,31; 2 Coríntios 12:7-9
16 Romanos 8:28

6. Quanto aos perversos e ímpios, a quem Deus, como o justo juiz, por pecados anteriores, cega e endurece17; deles, Ele não apenas retém a Sua graça, pela qual eles poderiam ser iluminados em seus entendimentos e forjados em seus corações18; mas às vezes também lhes retira os dons que eles tinham19; e os expõe a objetos de forma que a corrupção deles se torna em ocasiões de pecado20; e, além disso, entrega-lhes às suas próprias concupiscências, às tentações do mundo e ao poder de Satanás21; segundo o que ocorre que eles se endurecem, sob aqueles meios que Deus usa para abrandar dos outros22.

17 Romanos 1;24-26,28, 11:7,8
18 Deuteronômio 29:4
19 Mateus 13:12
20 Deuteronômio 2:30; 2 Reis 8:12,13
21 Salmos 81:11,12; 2 Tessalonicenses 2:10-12
22 Êxodo 8:15,32; Isaías 6:9,10; 1 Pedro 2:7,8

7. Como a providência de Deus, em geral, atinge todas as criaturas, assim, de uma forma mui especial, Ele cuida de Sua Igreja, e dispõe de todas as coisas para o bem dela23.

23 1 Timóteo 4:10; Amós 9:8,9; Isaías 43:3-5

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 23 de junho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo IV: Da Criação

1. No princípio aprouve a Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo1, para a manifestação da glória do seu eterno poder2, sabedoria e bondade, criar ou fazer o mundo, e todas as coisas nele, sejam visíveis ou invisíveis, no espaço de seis dias, e tudo muito bom3.

1 João 1:2,3; Hebreus 1:2; Jó 26:13
2 Romanos 1:20
3 Colossenses 1:16; Gênesis 1:31

2. Após Deus haver feito todas as outras criaturas, Ele criou o homem, macho e fêmea4, com almas racionais e imortais5, os adequou perfeitamente à vida para Deus, para o que eles foram criados, tendo sido feitos segundo a imagem de Deus, em conhecimento, retidão e verdadeira santidade6; tendo a lei de Deus escrita em seus corações7, e poder para cumpri-la; e ainda assim sob a possibilidade de transgressão, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, que era sujeita à mudança8.

4 Gênesis 1:27
5 Gênesis 2:7
6 Eclesiastes 7:29; Gênesis 1;26
7 Romanos 2:14,15
8 Gênesis 3:6

3. Além dessa lei escrita em seus corações, eles receberam a ordem de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal9; de forma que enquanto eles obedeceram a este preceito foram felizes em sua comunhão com Deus e tiveram domínio sobre as criaturas10.

9 Gênesis 2:17
10 Gênesis 1:26,28

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo III: Dos Decretos de Deus

1. Deus decretou em Si mesmo, desde toda a eternidade, pelo mui sábio e santo Conselho de Sua própria vontade, ordenou livre e imutavelmente todas as coisas, seja o que for que venha a acontecer1; ainda assim, de modo que nem Deus é o autor do pecado, nem tem comunhão com algo nisso2; nem é violentada a vontade da criatura, nem ainda é eliminada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas3; nas quais demonstra-se a Sua sabedoria em dispor de todas as coisas, e poder e fidelidade em efetuar os Seus decretos4.

1 Isaías 46:10; Efésios 1:11; Hebreus 6:17; Romanos 9:15,18
2 Tiago 1:13; 1 João 1:5
3 Atos 4:27,28; João 19:11
4 Números 23:19; Efésios 1:3-5

2. Embora Deus conheça tudo o que possa ou venha a ocorrer, sobre todas as circunstâncias imagináveis5; ainda assim Ele não decretou qualquer coisa, porque Ele a previu como futura, ou como aquilo que poderia ocorrer, em tais condições6.

5 Atos 15:18
6 Romanos 9:11,13,16,18

3. Por meio do decreto de Deus e para manifestação da Sua glória, alguns homens e anjos são predestinados ou preordenados para a vida eternal por meio de Jesus Cristo7, para o louvor de Sua gloriosa graça8; outros são deixados a agir em seus pecados para a sua justa condenação, para o louvor da Sua gloriosa justiça9.

7 1 Timóteo 5:21; Mateus 25:34
8 Efésios 1:5,6
9 Romanos 9:22,23; Judas 4

4. Esses anjos e homens, assim predestinados e preordenados, são particular e imutavelmente designados; e o seu número é tão certo e definido, que não pode ser aumentado ou diminuído10.

10 2 Timóteo 2:19; João 13:18

5. Aqueles da humanidade que são predestinados para a vida, Deus, antes da fundação do mundo, de acordo com o Seu propósito eterno e imutável, e o secreto conselho e beneplácito de Sua vontade, os escolheu em Cristo, para a glória eterna, por Sua pura livre graça e amor11, não por qualquer outra coisa na criatura, como condições ou causas que O movesse a isso12.

11 Efésios 1:4, 9, 11; Romanos 8:30; 2 Timóteo 1:9; 1 Tessalonicenses 5:9
12 Romanos 9:13,16; Efésios 2:5,12

6. Assim como Deus destinou os eleitos para a glória, assim também, pelo propósito eterno e mui livre de Sua vontade, preordenou todos os meios para isso13. Portanto, aqueles que são eleitos, estando caídos em Adão são remidos por Cristo14, são eficazmente chamados para a fé em Cristo pelo Seu Espírito, que opera no tempo devido; são justificados, adotados, santificados15 e preservados pelo Seu poder por meio da fé para a salvação16. Nem são quaisquer outros redimidos por Cristo, eficazmente chamados, justificados, adotados, santificados e salvos, senão somente os eleitos17.

13 1 Pedro 1:2; 2 Tessalonicenses 2:13
14 1 Tessalonicenses 5:9, 10
15 Romanos 8:30; 2 Tessalonicenses 2:13
16 1 Pedro 1:5
17 João 10:26, 17:9, 6:64

7. A doutrina deste elevado mistério da predestinação deve ser tratada com especial prudência e cuidado, para que os homens, atendendo à vontade de Deus revelada em Sua Palavra, e prestando obediência a isso, possam, a partir da certeza da sua vocação eficaz, certificar-se de sua eleição eterna18. Portanto, esta doutrina deve motivar o louvor19, reverência e admiração a Deus; e humildade20, diligência e consolação abundante para todos os que sinceramente obedecem ao Evangelho21.

18 1 Tessalonicenses 1:4,5; 2 Pedro 1:10
19 Efésios 1:6; Romanos 11:33
20 Romanos 11:5,6,20
21 Lucas 10:20

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 2 de junho de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo II: De Deus, e a Santa Trindade

1. O Senhor nosso Deus é somente um Deus vivo e verdadeiro1; cuja subsistência está em e de si mesmo2, infinito em seu ser e perfeição; cuja essência não pode ser compreendida por qualquer outro, senão por Ele mesmo3; um espírito puríssimo4, invisível, sem corpo, partes ou paixões, a quem somente pertence a imortalidade, que habita em luz que nenhum homem pode acessar5; que é imutável6, imenso7, eterno8, incompreensível, onipotente9, em tudo infinito, santíssimo, sapientíssimo10, completamente livre e absoluto, operando todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade imutável e justíssima11, para a Sua própria glória12; É cheio de amor, gracioso, misericordioso, longânimo, abundante em bondade e verdade, que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado; o galardoador dos que o buscam13 e, contudo, justíssimo e terrível em Seus julgamentos14; odiando todo pecado15; e que não tem por inocente o culpado16.

1 1 Coríntios 8:4,6; Deuteronômio 6:4
2 Jeremias 10:10; Isaías 48:12
3 Êxodo 3:14
4 João 4:24
5 1 Timóteo 1:17; Deuteronômio 4:15,16
6 Malaquias 3:6
7 1 Reis 8:27; Jeremias 23:23
8 Salmos 90:2
9 Gênesis 17:1
10 Isaías 6:3
11 Salmos 115:3; Isaías 46:10
12 Provérbios 16:4; Romanos 11:36
13 Êxodo 34:6,7; Hebreus 11:6
14 Neemias 9:32,33
15 Salmos 5:5,6
16 Êxodo 34:7; Naum 1:2,3

2. Deus possui toda a vida17, glória18, bondade19, bem-aventurança, em e de si mesmo; Ele é todo suficiente para si, e não possui necessidade de quaisquer criaturas que Ele fez, nem delas deriva glória alguma20, mas apenas manifesta sua própria glória em, por, para e sobre elas; ele é a única origem de todo ser, de quem, por quem e para quem são todas as coisas21; e exerce soberano domínio sobre todas as criaturas, para fazer por elas, para elas ou sobre elas tudo que lhe apraz22. Todas as coisas estão manifestas e patentes diante dele23; seu conhecimento é infinito, infalível e independente da criatura; assim como nada para ele é contingente ou incerto24. Ele é santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras25 e em todos os seus comandos. Para ele, é devido da parte de anjos e homens todo o culto26, serviço ou obediência que, como criaturas, eles devem em relação ao seu Criador, e tudo quanto mais Ele se agradar em requerer deles.

17 João 5:26
18 Salmos 148:13
19 Salmos 119:68
20 Jó 22:2,3
21 Romanos 11:34-36
22 Daniel 4:25,34,35
23 Hebreus 4:13
24 Ezequiel 11:5; Atos 15:18
25 Salmos 145:17
26 Apocalipse 5:12-14

3. Em seu Ser divino e infinito há três subsistências, o Pai, a Palavra ou o Filho, e o Espírito Santo27, de uma só substância, poder e eternidade, cada um possuindo completa essência divina, e ainda a essência é indivisível28: O Pai não é de ninguém, nem gerado nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai29; o Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho30; todos infinitos e sem princípio de existência. Portanto, um só Deus; que não deve ser divido em seu ser ou natureza, mas, sim, distinguido pelas diversas propriedades peculiares e relativas, e relações pessoais; Esta doutrina da Trindade é o fundamento de toda a nossa comunhão com Deus, e confortável dependência dEle.

27 1 João 5:7; Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14
28 Êxodo 3:14; João 14:11; 1 Coríntios 8:6
29 João 1:14,18
30 João 15:26; Gálatas 4:6


Capítulo III: Dos Decretos de Deus

1. Deus decretou em Si mesmo, desde toda a eternidade, pelo mui sábio e santo Conselho de Sua própria vontade, ordenou livre e imutavelmente todas as coisas, seja o que for que venha a acontecer1; ainda assim, de modo que nem Deus é o autor do pecado, nem tem comunhão com algo nisso2; nem é violentada a vontade da criatura, nem ainda é eliminada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas3; nas quais demonstra-se a Sua sabedoria em dispor de todas as coisas, e poder e fidelidade em efetuar os Seus decretos4.

1 Isaías 46:10; Efésios 1:11; Hebreus 6:17; Romanos 9:15,18
2 Tiago 1:13; 1 João 1:5
3 Atos 4:27,28; João 19:11
4 Números 23:19; Efésios 1:3-5

2. Embora Deus conheça tudo o que possa ou venha a ocorrer, sobre todas as circunstâncias imagináveis5; ainda assim Ele não decretou qualquer coisa, porque Ele a previu como futura, ou como aquilo que poderia ocorrer, em tais condições6.

5 Atos 15:18
6 Romanos 9:11,13,16,18

3. Por meio do decreto de Deus e para manifestação da Sua glória, alguns homens e anjos são predestinados ou preordenados para a vida eternal por meio de Jesus Cristo7, para o louvor de Sua gloriosa graça8; outros são deixados a agir em seus pecados para a sua justa condenação, para o louvor da Sua gloriosa justiça9.

7 1 Timóteo 5:21; Mateus 25:34
8 Efésios 1:5,6
9 Romanos 9:22,23; Judas 4

4. Esses anjos e homens, assim predestinados e preordenados, são particular e imutavelmente designados; e o seu número é tão certo e definido, que não pode ser aumentado ou diminuído10.

10 2 Timóteo 2:19; João 13:18

5. Aqueles da humanidade que são predestinados para a vida, Deus, antes da fundação do mundo, de acordo com o Seu propósito eterno e imutável, e o secreto conselho e beneplácito de Sua vontade, os escolheu em Cristo, para a glória eterna, por Sua pura livre graça e amor11, não por qualquer outra coisa na criatura, como condições ou causas que O movesse a isso12.

11 Efésios 1:4, 9, 11; Romanos 8:30; 2 Timóteo 1:9; 1 Tessalonicenses 5:9
12 Romanos 9:13,16; Efésios 2:5,12

6. Assim como Deus destinou os eleitos para a glória, assim também, pelo propósito eterno e mui livre de Sua vontade, preordenou todos os meios para isso13. Portanto, aqueles que são eleitos, estando caídos em Adão são remidos por Cristo14, são eficazmente chamados para a fé em Cristo pelo Seu Espírito, que opera no tempo devido; são justificados, adotados, santificados15 e preservados pelo Seu poder por meio da fé para a salvação16. Nem são quaisquer outros redimidos por Cristo, eficazmente chamados, justificados, adotados, santificados e salvos, senão somente os eleitos17.

13 1 Pedro 1:2; 2 Tessalonicenses 2:13
14 1 Tessalonicenses 5:9, 10
15 Romanos 8:30; 2 Tessalonicenses 2:13
16 1 Pedro 1:5
17 João 10:26, 17:9, 6:64

7. A doutrina deste elevado mistério da predestinação deve ser tratada com especial prudência e cuidado, para que os homens, atendendo à vontade de Deus revelada em Sua Palavra, e prestando obediência a isso, possam, a partir da certeza da sua vocação eficaz, certificar-se de sua eleição eterna18. Portanto, esta doutrina deve motivar o louvor19, reverência e admiração a Deus; e humildade20, diligência e consolação abundante para todos os que sinceramente obedecem ao Evangelho21.

18 1 Tessalonicenses 1:4,5; 2 Pedro 1:10
19 Efésios 1:6; Romanos 11:33
20 Romanos 11:5,6,20
21 Lucas 10:20

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Capítulo I: Das Sagradas Escrituras

1. A Santa Escritura é a única, suficiente, correta, e infalível regra de todo conhecimento, fé, e obediência salvíficos1, embora a luz da natureza e as obras da criação e da providência, manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, a ponto de tornar os homens indesculpáveis; ainda assim, não são suficientes para oferecer aquele conhecimento de Deus e Sua vontade, que é necessário para a salvação2; portanto aprouve ao Senhor, em diversas ocasiões, e de muitas maneiras, revelar-Se, e declarar a Sua vontade para a Sua Igreja3; e, posteriormente, para melhor preservação e propagação da verdade, e para o mais seguro estabelecimento e consolo da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, concedeu a mesma completamente por escrito; o que faz da Sagrada Escritura a mais necessária; aqueles antigos modos de Deus revelar a Sua vontade ao Seu povo agora estão completados4.

1 2 Timóteo 3:15-17; Isaías 8:20; Lucas 16:29,31; Efésios 2:20
2 Romanos 1:19-21, 2:14,15; Salmos19:1-3
3 Hebreus 1:1
4 Provérbios 22:19-21; Romanos 15:4; 2 Pedro 1:19,20

2. Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os Livros do Antigo e do Novo Testamento, que são estes:

DO ANTIGO TESTAMENTO: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Ester, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares de Salomão, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.

DO NOVO TESTAMENTO: Os Evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos dos Apóstolos, as Epístolas de Paulo aos Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filemon, a Epístola aos Hebreus, a Epístola de Tiago, a Primeira e Segunda Epístolas de Pedro, a Primeira, Segunda e Terceira Epístolas de João, a Epístola de Judas, Apocalipse.

Todos os quais são dados por inspiração de Deus, para ser a regra de fé e vida5.

5 2 Timóteo 3:16

3. Os Livros comumente chamados Apócrifos, não sendo de inspiração Divina, não fazem parte do cânon ou regra da Escritura; e, portanto, não são de autoridade na Igreja de Deus, nem de modo algum podem ser aprovados ou empregados, senão como escritos humanos6.

6 Lucas 24:27,44; Romanos 3:2

4. A autoridade da Escritura Sagrada, razão pela qual deve ser crida, não depende do testemunho de qualquer homem ou Igreja, mas depende somente de Deus (que é a própria Verdade), o seu Autor; e, portanto, deve ser recebida, porque é a Palavra de Deus7.

7 2 Pedro 1:19-21; 2 Timóteo 3:16; 2 Tessalonicenses 2:13; 1 João 5:9

5. Nós podemos ser movidos e compelidos pelo testemunho da Igreja de Deus a um alto e reverente apreço pela Escritura Sagrada; e a sublimidade do assunto, a eficácia da sua doutrina, a majestade do estilo, a concordância de todas as partes, o escopo do seu todo (que é dar toda a glória a Deus), a plena revelação que faz do único caminho da salvação do homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e sua completa perfeição, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser a Palavra de Deus; ainda assim, não obstante, a nossa plena persuasão e certeza de sua verdade infalível e autoridade Divina provêm da operação interna do Espírito Santo, testemunhando por meio da e com a Palavra em nossos corações8.

8 João 16:13,14; 1 Coríntios 2:10-12; 1 João 2:20,27

6. Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a Sua própria glória, a salvação do homem, fé e vida, ou é expressamente declarado ou necessariamente contido na Escritura Sagrada, ao que nada, em qualquer tempo deve ser acrescentado, seja por novas revelações do Espírito, ou por tradições humanas9. No entanto, nós reconhecemos a iluminação interior do Espírito de Deus sendo necessária para a salvífica compreensão das coisas reveladas na Palavra10; e que há algumas circunstâncias, quanto ao culto a Deus e ao governo da Igreja, comuns às ações e sociedades humanas, as quais devem ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência Cristã, segundo as regras gerais da Palavra, que devem sempre ser observadas11.

9 2 Timóteo 3:15-17; Gálatas 1:8,9
10 João 6:45; 1 Coríntios 2:9-12
11 1 Coríntios 11:13,14; 1 Coríntios 14:26,40

7. Nem todas as coisas em si mesmas são igualmente claras na Escritura, nem igualmente claras a todos12; ainda assim, aquelas coisas que necessitam ser conhecidas, cridas, e observadas, para a salvação, são tão claramente propostas e desveladas em algum ou outro lugar da Escritura, que não apenas os doutos, mas os indoutos, no devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma suficiente compreensão delas13.

12 2 Pedro 3:16
13 Salmos 19:7; Salmos 119:130

8. O Antigo Testamento em Hebraico (que era a língua nativa do povo de Deus no passado)14, e o Novo Testamento em Grego (que, na época em que foi escrito, era mais comumente conhecido entre as nações), sendo imediatamente inspirados por Deus e pelo Seu singular cuidado e providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos; assim, em todas as controvérsias sobre a Religião, a Igreja deve apelar para eles15. Mas, porque essas línguas originais não são conhecidas por todo o povo de Deus, que tem direito e interesse nas Escrituras, e é ordenado, no temor de Deus, ao lê-las16 e a examina-las17, portanto, elas devem ser traduzidas para a língua comum de cada povo aonde chegar18, para que, a Palavra de Deus habitando abundantemente em todos, eles possam adorá-lO de uma maneira aceitável, e pela paciência e consolação das Escrituras, possam ter esperança19.

14 Romanos 3:2
15 Isaías 8:20
16 Atos 15:15
17 João 5:39
18 1 Coríntios 14:6,9,11,12,24,28
19 Colossenses 3:16

9. A regra infalível de interpretação da Escritura é a própria Escritura; e, portanto, quando houver uma questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer escritura (que não é múltipla, mas única), esse pode ser investigado por meio de outros textos que o expressem mais claramente20.

20 2 Pedro 1:20, 21; Atos 15:15, 16

10. O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias da religião devem ser determinadas, e todos os decretos de conselhos, opiniões de escritores antigos, doutrinas de homens e espíritos particulares, devem ser examinados, e em cuja sentença devemos nos firmar, não pode ser outro senão o Espírito falando na Escritura; no que a Escritura assim anuncia, nossa fé é finalmente decidida21.

21 Mateus 22:29, 31, 32; Efésios 2:20; Atos 28:23

Fonte : http://www.reformedreader.org/

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689

Este post é o primeiro de uma série que tem como objetivo apresentar um dos símbolos de fé mais antigos e importantes na história dos Batistas, a confissão de fé Batista de Londres de 1689. Esta confissão tem sido de grande utilidade para o ensino e a unidade doutrinária da Igreja em nossos dias, onde muitas comunidades tem perdido sua identidade confessional por desprezarem importantes documentos como estes , corrompendo a fé da igreja e comprometendo assim a espiritualidade e piedade do povo de Deus.
Nosso desejo é que o Senhor fortaleça a fé da Igreja por meio do ensino fiel das sagradas Escrituras e que não venhamos a nos afastar da "fé que uma vez foi dada aos santos." Jd 3.


CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE LONDRES DE 1677/1689

Desenvolvida pelos anciãos e irmãos de muitas Congregações de Cristãos (batizados sobre profissão de sua fé) em Londres e no País.

“Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10:10)

APRESENTAÇÃO

“Pensei ser correto reimprimir em uma forma econômica esta excelente lista de doutrinas, que foram subscritas por Ministros Batistas no ano de 1689. Nós precisamos de uma bandeira pela causa da verdade; pode ser que este pequeno volume ajude a causa do glorioso Evangelho, testemunhando claramente quais são as suas principais doutrinas… Que o Senhor em breve restaure à Sua Sião a pura linguagem e que os seus vigias vejam olho a olho”. Assim escreveu o jovem C. H. Spurgeon, então no segundo ano de seu ministério em New Park Street Chapel, Southwark, em um prefácio dirigido a toda a família da fé, que se alegra nas doutrinas gloriosas da Livre Graça com a qual ele prefixou esta Confissão quando ele a publicou em Outubro de 1855.

A própria confissão foi compilada pela primeira vez pelos Presbíteros e Irmãos de muitas congregações de Cristãos, batizados mediante a sua profissão de fé, em Londres e no país (como eles se descreveram na ocasião) no ano de 1677. Ela baseou-se, e extraiu a sua inspiração da Confissão elaborada pela Assembleia de Teólogos de Westminster numa geração anterior, e na verdade só difere dela em seu ensinamento sobre tais assuntos, como o batismo, a Ceia do Senhor e governo da igreja, sobre os quais, dentre as igrejas Reformadas, os Batistas diferem dos Presbiterianos. Por medo de perseguição, os compiladores da Confissão de 1677 não assinaram seus nomes, mas quando, em setembro de 1689, depois da revolução do ano anterior, os Ministros e Mensageiros das igrejas puderam se encontrar em tempos mais pacíficos, trinta e sete deles, incluindo todos os ministros Batistas mais eminentes da época, assinaram os seus nomes para a recomendação que circulou entre as igrejas. Depois disso, entre 150 e 200 anos, esta permaneceu a Confissão de Fé definitiva das igrejas Batistas Particulares (ou Calvinistas) da Inglaterra e País de Gales.

O Sr. Spurgeon, todavia, quando republicou esta confissão, não meramente a prefaciou com certas palavras de recomendação geral. Ele também dirigiu à sua própria igreja em New Park Street algumas palavras práticas de conselhos sobre como eles deveriam usar a Confissão. Estas ainda hoje são relevantes.

“Este pequeno volume”, ele escreveu, “não é emitido como uma regra autoritativa, ou código de fé, pelo que vocês devem ser constrangidos, mas como uma ajuda para vocês em controvérsia, uma confirmação na fé, e um meio de edificação na justiça. Aqui os membros mais jovens da nossa igreja terão um Corpo de Teologia, que servirá como uma pequena bússola, e por meio de provas bíblicas, estarão prontos para dar a razão da esperança que está neles.

Não se envergonhem de sua fé; lembrem-se que este é o antigo Evangelho dos mártires, confessores, reformadores e santos. Acima de tudo, é a verdade de Deus, contra o qual todas as portas do inferno não prevalecerão. Deixem suas vidas adornar a sua fé, deixem o seu exemplo enfeitar o seu credo. Acima de tudo, vivam em Cristo Jesus, e andem nEle, não crendo em nenhum ensinamento, senão no que é manifestamente aprovado por Ele, e de propriedade do Espírito Santo. Apeguem-se forte à Palavra de Deus que está aqui mapeada para vocês”. Esta nova edição da Confissão é enviada como um empreendimento privado por um pequeno grupo de Batistas que estão convencidos de que eles têm uma mensagem para esta geração e acreditam que sua publicação está muito atrasada. Eles esperam que ela conseguirá uma ampla circulação entre as igrejas, e receberá o estudo atento que eles acreditam que será ricamente recompensado.

Na Inglaterra durante 1630 e 1640 Congregacionais e Batistas Calvinistas surgiram a partir da Igreja da Inglaterra. Sua inicial existência foi marcada por ciclos repetidos de perseguição nas mãos da religião estabelecida pela coroa e pelo Parlamento. O infame Código Clarendon foi adotado em 1660 para esmagar toda a dissidência da religião oficial do Estado. Períodos de aplicação rigorosa e intervalos de relaxamento destes atos coercitivos assombraram Presbiterianos, Congregacionais e Batistas, semelhantemente.

Presbiterianos e Congregacionais, menos do que os Batistas, sofreram sob este assédio. Não poucas razões para o seu relativo sucesso em resistir à tirania do governo era a sua frente unida de acordo doutrinário. Todos os Presbiterianos permaneciam com sua confissão de Westminster de 1646. Os Congregacionalistas adotaram praticamente os mesmos artigos de fé, na Confissão de Savoy de 1658. Sentindo a substancial unidade deles com os pedobatistas, sofrendo sob a mesma cruel injustiça, Calvinistas Batistas se reuniram para publicar sua substancial harmonia com eles na doutrina.

Uma carta circular foi enviada às igrejas Batistas, especialmente na Inglaterra e no País de Gales, pedindo que cada assembleia enviasse representantes para uma reunião em Londres, em 1677. Uma confissão conscientemente modelada à Confissão de Fé de Westminster foi aprovada e publicada. Esta, desde então, nasceu com o nome da Segunda Confissão de Londres. A primeira Confissão de Londres fora emitida por sete congregações Batistas de Londres, em 1644. Esse primeiro documento tinha sido elaborado para distinguir Batistas Calvinistas recém-organizados dos Batistas Arminianos e dos Anabatistas. Porque esta segunda Confissão de Londres foi elaborada em horas escuras de opressão, foi emitida de forma anônima.

O prefácio da publicação original de 1677, diz em parte: “… Há agora muitos anos desde que muitos de nós… nos percebemos sob uma necessidade de publicar uma confissão de nossa fé, para a informação e satisfação dos que não entenderam completamente quais eram os nossos princípios, tendo entretido preconceitos contra a nossa profissão… Esta foi desenvolvido, a primeiramente, em meados de 1643, em nome de sete congregações então reunidas em Londres…” (Esses primeiros Batistas estavam conscientes de que a Confissão Batista Calvinista de 1644 antecedeu a Confissão Presbiteriana de 1646 e a Confissão Congregacional de 1658).

“Porquanto esta confissão não deve agora ser tida comumente; e também muitos outros têm, desde então, abraçado a mesma verdade que está contida nela; julgou-se necessário por nós que nos uníssemos em dar um testemunho ao mundo de nossa firme adesão a esses princípios salutares…”

Fonte : http://www.reformedreader.org/

Soli Deo Gloria!

Continua....